A morte de um homem é uma tragédia. A morte de milhões é uma estatística.
(Stalin dirigindo-se a Churchill em Potsdam, 1945)

sexta-feira, 9 de março de 2012

A mudança, a evolução e os riscos do trabalho...


A nossa sociedade muda, a crescente evolução das tecnologias, a alteração das condições económicas e sociais da população, as práticas e processos de trabalho mudam constantemente. Com isso surgem novos riscos, novos desafios não só para os empregadores mas também para os trabalhadores, que exigem novas formas de abordar, novas técnicas para trabalhar….

Ora nós não nascemos ensinados…

A mudança tem de ser globalizada nas nossas organizações… esta mudança que exige polivalência, implica formação e informação… implica uma observação mais assertiva dos riscos que se deve basear numa recolha de informação e análise pormenorizada do postos de trabalho.

Sim porque o perigo está sempre á espreita…
Não pode ser só da formação e informação que se valem as nossas organizações para terem polivalência nos nossos trabalhadores, pois existem inúmeros factores que influenciam a capacidade de trabalhar por parte do trabalhador que se podem tornar num risco bastante agravado…

A postura das organizações para com os trabalhadores, a pressão que existe no exercer da actividade, os colegas de trabalho, o stress do dia adia, a família,, os amigos, a sociedade… tudo isto são factores que afectam o comportamento do trabalhador e que podem  por em risco a actividade a desenvolver.
Monotonia no trabalho, Horas excessivas de trabalho, aumento consecutivo de produtividade…. Trabalho nocturno… a irreverência da juventude… o cansaço dos mais velhos, todos estes factores são propícios ao risco na actividade laboral.

Então o que fazer?
Errar é humano…

Pois é.. é certo que não conseguimos eliminar todos os riscos… somos humanos não máquinas… no entanto podemos reduzi-los, proporcionado um a ambiente de trabalho motivador, com consciência de que o trabalhador é importante para a nossa organização, proporcionando, formação e informação, promovendo a rotatividade de trabalho  e a cultura organizacional.. Educando para a segurança…

Se cada um desse um pouco mais de nós... por certo… a mudança era mais fácil de ser apreendida…
Carla Guerreiro


terça-feira, 6 de março de 2012

Porque Prevenir é mais sensato... E doi menos...

Ah pois é...



Usar a protecção deve ser a solução para a prevenção.. CERTO?
Então se usar o EPI - Equipamento de protecção individual, adequado á actividade que estão a exercer provavelmente ficam mais seguros...


Ora hoje tive um SOS...
E era só um golpe, mas podia ser pior.. onde estava o EPI?


O que fazer?


USAR O EPI ADEQUADO... QUE É OBRIGATÓRIO




Entende-se por  equipamento de protecção  individual  todo o equipamento, bem como  qualquer complemento ou acessório, destinado a ser utilizado pelo trabalhador para se  proteger dos riscos, para a sua segurança e  para a sua saúde.



NO CASO DE HOJE .... EPI ADEQUADO

Luvas de Protecção Mecânica

Aplicação:
Utilização em todos os trabalhos de  manuseamento de cargas ou objectos, com arestas expostas, saliências, etc.




Como agir em situações de emergência é muito importante.

Se a ferida for superficial

Limpar a ferida com Betadine® Espuma. Se tal não for possível, utilizar água e sabão
Desinfectar com Betadine® Solução cutânea 
Cobrir com um penso ligeiramente compressivo a fim de proteger a ferida e ajudá-la a parar de sangrar.

Dirija-se ao hospital, se:

  • a ferida for larga e profunda, mesmo que sangre pouco. Pode precisar de levar pontos;
  • houver um tecido branco ou uma camada de gordura expostos;
  • a ferida mostrar sinais de infecção, como calor, inchaço, vermelhidão ou pus;
  • provocar dores ou febre;
  • tiver um objecto ou resíduos e não conseguir retirá-los;
  • a ferida foi causada por uma mordedura humana ou animal;
  • há uma grande perda de sangue e não consegue estancá-lo;
  • o doente não tiver a certeza se tem a sua vacina contra o tétano em dia.
Perceberam?????
É mais fácil PROTEGER... do que Socorrer...


segunda-feira, 5 de março de 2012

CURIOSIDADE - DEFINIÇÃO TRABALHO


O Papa João Paulo II (1989) refere que:

Com a palavra trabalho é indicada toda a actividade realizada pelo mesmo homem, tanto manual como intelectual, independentemente das suas características  e das circunstâncias, quer dizer, toda a actividade humana que se pode e deve reconhecer como trabalho, no meio de toda a riqueza de actividades para as quais o homem tem capacidade e está predisposto pela própria natureza, em virtude da sua humanidade (p. 7).

sexta-feira, 2 de março de 2012

O trabalho é a roda que gira a economia da sociedade


Na sociedade de hoje o trabalho é um factor estruturante da organização económica, politica e social.
Ele é a roda que gira a economia e a sociedade, na medida em que o trabalho origina conhecimento, riqueza material, desenvolvimento económico  e também satisfação pessoal.




O CONCEITO “TRABALHO”

Dos primórdios da Humanidade até aos nossos dias o conceito “trabalho” foi sofrendo alterações, preenchendo páginas da história com novos domínios e novos valores. Do Egipto à Grécia e ao Império Romano, atravessando os séculos da Idade Média e do Renascimento, o trabalho foi considerado como um sinal de opróbrio, de desprezo, de inferioridade. Esta concepção atingia o estatuto jurídico e político dos trabalhadores, escravos e servos. Com a evolução das sociedades, os conceitos alteraram-se. O trabalho-tortura, maldição, deu lugar ao trabalho como fonte de realização pessoal e social, o trabalho como meio de dignificação da pessoa.
As  palavras «trabalho» e «trabalhar» de acordo com o que é definido por um dicionário da língua portuguesa. «Trabalho» significa: “exercício de actividade humana, manual ou intelectual, produtiva”; “serviço”; “lida”; “produção”; “labor”; “maneira como alguém trabalha”. «Trabalhar» é “exercer alguma profissão”; “dar determinada forma a”; “fazer com arte”; “labutar”; “empenhar-se”; “executar alguma tarefa”; “desempenhar as suas funções”.